Após a confirmação de novos casos de mpox no Brasil em 2026, incluindo registros em São Paulo e Porto Alegre, surgiram dúvidas sobre a possibilidade de outro vírus preocupante — o Nipah — também chegar ao país. A resposta oficial, por enquanto, é clara: não há casos confirmados de Nipah no Brasil.
Em nota divulgada nesta semana, o Ministério da Saúde afirmou que o país mantém protocolos permanentes de vigilância epidemiológica e acompanha os desdobramentos internacionais da doença, mas destacou que não existe motivo para preocupação no momento.
A mpox, anteriormente conhecida como monkeypox, voltou ao noticiário após a confirmação de um caso em Porto Alegre, relacionado a contato com pessoa infectada fora do Rio Grande do Sul. O padrão é compatível com o já conhecido sobre a transmissão da doença, que ocorre principalmente por contato direto com lesões de pele, fluidos corporais ou objetos contaminados.
Desde o surto global iniciado em 2022, a doença nunca deixou de circular. Mais de uma centena de países já notificaram casos, inclusive nações onde o vírus não era registrado anteriormente, como França e Estados Unidos.
A reemergência da mpox no Brasil em 2026 reforça a necessidade de vigilância contínua, mas não indica, segundo especialistas, falha no sistema de controle — e sim a realidade de um mundo com alta mobilidade internacional.

E o vírus Nipah?
O alerta envolvendo o vírus Nipah surgiu após a confirmação de casos na Índia e em Bangladesh. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), dois casos recentes foram confirmados na Índia, ambos entre profissionais de saúde.
As 198 pessoas que tiveram contato com os infectados foram identificadas e testadas, todas com resultado negativo. O último registro ocorreu em 13 de janeiro, e o evento está próximo do encerramento do período de monitoramento.
A OMS informou que não recomenda restrições de viagens ou comércio com base nas informações atuais.
Há risco para o Brasil?
De acordo com o Ministério da Saúde, não há registro de casos de Nipah no território brasileiro. O país mantém monitoramento permanente de eventos sanitários internacionais, especialmente após experiências recentes com surtos globais.
A comparação com a mpox é inevitável: ambos os vírus demonstram como doenças infecciosas podem ultrapassar fronteiras rapidamente. No entanto, a situação epidemiológica é diferente.
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