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Por Christian Silva09/03/2026, às 16:40:12
O número de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) tem apresentado crescimento em diversas regiões do Brasil, incluindo Sergipe, segundo dados do Boletim InfoGripe divulgado na sexta-feira (6). O levantamento é elaborado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e analisa informações da Semana Epidemiológica 8, referente ao período entre 22 e 28 de fevereiro.
De acordo com o estudo, o aumento de hospitalizações por doenças respiratórias tem sido impulsionado principalmente por três vírus. O rinovírus tem provocado maior número de internações entre crianças e adolescentes de 2 a 14 anos. Já o vírus sincicial respiratório (VSR) tem afetado principalmente crianças menores de dois anos, enquanto a influenza A apresenta maior impacto entre jovens, adultos e idosos.
O boletim também indica que quase todos os estados brasileiros registraram crescimento no número de casos de SRAG nas últimas seis semanas. Apenas Roraima, Tocantins, Espírito Santo e Rio Grande do Sul não apresentaram aumento no período analisado.
Entre os estados com nível de atividade de SRAG considerado em alerta, risco ou alto risco estão Sergipe, Acre, Amazonas, Pará, Amapá, Rondônia, Mato Grosso, Goiás, o Distrito Federal e Maranhão.
O boletim da Fiocruz aponta ainda que 12 das 27 capitais brasileiras apresentam crescimento nos casos de SRAG nas últimas semanas. Entre elas está Aracaju, além de Belém, Belo Horizonte, Brasília, Cuiabá, Fortaleza, João Pessoa, Macapá, Manaus, Porto Velho, Rio Branco e São Luís.
Em 2026, o Brasil já registrou 14.370 casos de SRAG. Desse total:
5.029 casos (35%) tiveram resultado positivo para algum vírus respiratório;
6.193 casos (43,1%) apresentaram resultado negativo;
2.073 casos (14,4%) ainda aguardam resultado laboratorial.
Entre os casos positivos registrados neste ano, os vírus mais identificados foram:
Rinovírus – 40%
Influenza A – 20%
Sars-CoV-2 – 17%
Vírus sincicial respiratório – 13,6%
Influenza B – 1,7%
Nas quatro últimas semanas epidemiológicas, a prevalência do rinovírus foi ainda maior, alcançando 45,4% dos casos positivos.
O levantamento mostra que a incidência de SRAG é mais alta entre crianças pequenas, enquanto a mortalidade se concentra principalmente entre idosos. Entre os óbitos registrados no período analisado, a maior parte está associada à Covid-19, seguida pela influenza A.
Entre os vírus detectados em casos que evoluíram para morte, o estudo aponta a seguinte distribuição:
Sars-CoV-2 (Covid-19) – 39,1%
Influenza A – 27,5%
Rinovírus – 17,4%
Vírus sincicial respiratório – 8,7%
Influenza B – 3,6%
Por Redação
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