
O primeiro boletim InfoGripe de 2026, divulgado na quinta-feira (8) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), aponta uma tendência de redução nos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em todo o país. A análise, que considera a Semana Epidemiológica 53, encerrada no início de janeiro, indica queda tanto no curto quanto no longo prazo, sem registros generalizados de alerta, risco ou alto risco na maioria dos estados e capitais.
Mesmo com o cenário mais favorável, os dados reforçam que a SRAG ainda representa um desafio à saúde pública. Em 2025, o Brasil contabilizou 13.678 mortes associadas à síndrome. A incidência segue mais elevada entre crianças pequenas, enquanto os óbitos se concentram, principalmente, na população idosa, mantendo um padrão observado ao longo do ano passado.
Nas últimas semanas, os casos graves relacionados a outros vírus respiratórios têm afetado sobretudo crianças e estão ligados, principalmente, ao rinovírus e ao metapneumovírus. A Fiocruz destaca que, por se tratar de um período recente, os números ainda podem sofrer atualizações.
Entre os óbitos registrados em 2025 com confirmação laboratorial, quase metade foi associada à influenza A. Também foram identificados casos causados por Covid-19, rinovírus, vírus sincicial respiratório e influenza B, evidenciando a circulação simultânea de diferentes agentes infecciosos no país.
Mesmo com a redução nos casos de doenças respiratórias, autoridades de saúde alertam que a população deve manter as medidas de prevenção para evitar novas contaminações. A principal orientação é manter a vacinação em dia, especialmente contra a gripe e a Covid-19, com atenção redobrada a idosos, crianças e pessoas com comorbidades.
Outras recomendações incluem a higienização frequente das mãos com água e sabão ou álcool em gel, evitar ambientes fechados e com pouca ventilação e utilizar máscara ao apresentar sintomas gripais ou ao ter contato com pessoas doentes. Também é fundamental adotar a etiqueta respiratória, cobrindo nariz e boca ao tossir ou espirrar e reduzindo o contato próximo quando houver sinais de infecção.
Especialistas ressaltam que a prevenção continua sendo a principal aliada para reduzir internações e mortes, especialmente entre os grupos mais vulneráveis.
Fontes: Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) – InfoGripe / Ministério da Saúde / agência Brasil
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