Quilombolas têm mais mortes por diarreia, desnutrição e homicídio que a média da população empobrecida, revela estudo-radardasaude
No Brasil, ainda se morre de fome, de sede ou de diarreia. Mas morre-se mais quando se é quilombola. Um estudo inédito divulgado no final de 2025 pela Fiocruz Bahia, em parceria com a Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (Conaq), traçou pela primeira vez um panorama nacional da saúde dessa população e os resultados escancaram um quadro de desigualdade brutal, marcado por mortes evitáveis, racismo institucional e violência fundiária. Mesmo em comparação com outras populações empobrecidas e em vulnerabilidade social, quilombolas morrem mais de diarreia, desnutrição, causas mal definidas, doenças crônicas como diabetes e, também, são
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