‘A implementação do mosquito modificado está realmente reduzindo a incidência da dengue’, diz cientista brasileiro destaque na Nature-radardasaude
Como um cavalo de Troia, Aedes aegypti modificados para carregarem uma bactéria chamada Wolbachia, que impede a replicação dos vírus da dengue, zika e chikungunya, têm se disseminado em cidades brasileiras e, aos poucos, substituído as populações antigas dos mosquitos. O resultado é surpreendente: alguns anos após a implementação, os novos Aedes, apelidados de Wolbitos, levaram à redução de quase 90% dos casos de dengue no município de Niterói, no Rio de Janeiro, primeira cidade 100% coberta pela estratégia no país. Desde 2012, o Brasil é líder global na expansão do método, fruto de uma parceria entre o World Mosquito
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