Alagoas segue entre os estados com incidência em nível de alerta para Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), segundo o mais recente boletim InfoGripe da Fundação Oswaldo Cruz, divulgado nesta quinta-feira (9). O levantamento mostra que 13 estados ainda apresentam tendência de crescimento ou manutenção de casos graves nas últimas semanas.
Além de Alagoas, também aparecem na lista Acre, Pará, Tocantins, Maranhão, Rio Grande do Norte, Paraíba, Sergipe, Bahia, Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais e Espírito Santo. Apesar do cenário de alerta, algumas regiões do país já registram desaceleração ou queda nas notificações.
De acordo com o estudo, a influenza A continua sendo um dos principais vírus associados ao aumento de internações por SRAG, com tendência de crescimento em diferentes estados, incluindo Alagoas. Outros agentes respiratórios, como rinovírus, vírus sincicial respiratório (VSR) e Covid-19, também circulam com impacto nos casos graves.
A SRAG é caracterizada pela piora de quadros gripais, com sintomas como febre e tosse evoluindo para dificuldade respiratória, exigindo hospitalização. A condição pode ser provocada por diferentes vírus respiratórios.
No recorte mais recente, os casos positivos foram associados principalmente ao rinovírus e à influenza A, seguidos por VSR e Covid-19. Entre os óbitos analisados, influenza A e Covid-19 aparecem como os principais responsáveis.
A pesquisadora Tatiana Portella, do InfoGripe, reforça que a vacinação contra a gripe é a principal forma de proteção contra complicações graves e mortes, especialmente entre grupos de risco como crianças, idosos e pessoas com comorbidades. Ela também destaca a importância da imunização de gestantes contra o VSR.
O boletim recomenda ainda medidas como isolamento em caso de sintomas gripais e uso de máscara quando não for possível evitar contato com outras pessoas.
Entre as capitais, Maceió está entre as que seguem em nível de alerta ou risco, junto a cidades como Recife, Belo Horizonte, Vitória e Rio de Janeiro. O levantamento também aponta capitais com sinais de estabilização, embora ainda em patamar elevado de circulação viral.
No cenário nacional, o país já registra dezenas de milhares de casos de SRAG em 2026, com predominância de rinovírus e influenza A entre os diagnósticos positivos e mais de 1,6 mil mortes associadas à síndrome.
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