O Instituto Pereira Passos (IPP) iniciou nesta segunda-feira (02/03) a quarta edição do Curso de Especialização em Gestão Urbana e Saúde, o CEGEUS 2026. A formação é realizada em parceria com a Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (ENSP), da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), e mira um desafio que o Rio conhece bem: como gerir uma cidade grande sem deixar a saúde pública correr atrás do prejuízo.
A proposta do CEGEUS é qualificar a gestão pública para lidar com os impactos do crescimento urbano sobre a saúde. O curso trabalha a conexão entre planejamento urbano, políticas públicas e saúde coletiva, com disciplinas que passam por pesquisa, formação e prática profissional. A ideia é aumentar a capacidade do município de planejar e executar intervenções que mexam, na ponta, com a qualidade de vida da população.
O IPP vai sediar as aulas presenciais e também responde pela coordenação acadêmica e institucional do CEGEUS. Pesquisadores do instituto entram como docentes e levam para a sala a experiência de quem vive de produzir dados, diagnósticos e instrumentos de planejamento urbano usados no dia a dia da cidade.
Além do IPP e da Fiocruz, o curso reúne professores e especialistas de instituições como Universidade Federal Fluminense (UFF), Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Universidade de São Paulo (USP) e Universidade de Brasília (UnB), ampliando o diálogo em torno de políticas urbanas e saúde pública.
Com carga horária de 360 horas e formato híbrido, o CEGEUS 2026 terá aulas presenciais e remotas, além de oficinas semanais. O público-alvo são interessados em atuar na formulação de políticas e projetos urbanos com impacto direto na saúde, especialmente em temas que cruzam infraestrutura, ambiente construído e promoção do bem-estar.
O curso está dividido em três unidades didáticas: Determinantes Socioambientais e Urbanos da Saúde; Gestão de Políticas Públicas e Planejamento Urbano; e Qualidade de Vida na Cidade. As aulas começaram em 02/03 e seguem até agosto, com previsão de apresentação dos TCCs em outubro.
Criado em 2017, o CEGEUS tenta fazer essa ponte entre ciência e gestão municipal, com um pé na pesquisa e outro na aplicação prática. As edições anteriores tiveram participação de corpo técnico da Prefeitura do Rio e, segundo a organização, diálogo com organismos como a ONU-Habitat, num formato voltado para troca de experiências sobre intervenções urbanas já testadas na cidade. Para 2026, o curso mantém o perfil didático e investigativo e promete aprofundar a análise dos determinantes socioambientais e urbanos que pesam na saúde coletiva.
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