Migrações via leilão eletrônico projetam economia superior a 20% e sinalizam maturidade da administração pública na busca por previsibilidade orçamentária e energia certificada com I-RECs.
A abertura do Mercado Livre no Brasil segue rompendo as barreiras do setor privado e ganhando tração definitiva na administração pública. A Matrix Energia anunciou a vitória em certames licitatórios para o suprimento de energia da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e da Prodam (Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação do Município de São Paulo). Os acordos não apenas reforçam a carteira da comercializadora, mas funcionam como benchmarking para a eficiência na gestão de ativos estatais.
Para instituições públicas, a migração para o Ambiente de Contratação Livre (ACL) transcende o ganho financeiro imediato. Ao fixar preços por meio de contratos de longo prazo, os órgãos mitigam a exposição à volatilidade das bandeiras tarifárias e dos reajustes anuais do mercado cativo, transformando o gasto com energia em uma variável controlada dentro do teto orçamentário.
Fiocruz: Sustentabilidade e suprimento de alta complexidade
A Fiocruz, instituição referência em ciência e saúde, ampliou sua estratégia no mercado livre ao contratar a Matrix para o suprimento de aproximadamente 95% do seu consumo total a partir de janeiro de 2026. O contrato, com vigência de três anos, abrange três dos quatro lotes do leilão público e traz uma exigência cada vez mais comum em editais de alta performance: o lastro ambiental.
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Além do fornecimento e da gestão do consumo, o acordo prevê a entrega de Certificados Internacionais de Energia Renovável (I-RECs). O uso desses ativos assegura que o consumo da fundação seja suprido por fontes 100% limpas, alinhando a operação da Fiocruz às metas globais de descarbonização. A expectativa é que a economia gerada supere a marca de 20% em relação ao regime de tarifa regulada.
Prodam: O marco da primeira migração na Prefeitura de SP
No âmbito municipal, o contrato com a Prodam assume um caráter histórico. Responsável pela infraestrutura de TIC da capital paulista, a empresa realizou sua primeira migração para o MLE em um contrato de cinco anos com a Matrix para o atendimento de 100% de suas unidades.
A transição da Prodam é vista como o “projeto-piloto” que deve desencadear um efeito cascata na administração direta e indireta de São Paulo. Ao comentar o papel institucional dessa mudança, o presidente da Prodam, Francisco Forbes, ressalta o caráter pioneiro da iniciativa.
“A adesão ao Mercado Livre é uma evolução necessária para o setor público, alinhando eficiência operacional com sustentabilidade e inovação. Para a Prodam, essa transição é particularmente significativa porque somos a primeira empresa da Prefeitura de São Paulo a migrar para esse modelo. Isso reforça nosso papel como agente de transformação digital e sustentável e abre caminhos para outras instituições. Inspirados pela nossa experiência, 186 equipamentos da prefeitura também estão sendo migrados.”
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Competitividade e a democratização do acesso
O sucesso da Matrix nesses leilões reflete uma tendência de maior agressividade das comercializadoras no atendimento ao setor público, que exige alto rigor em conformidade (compliance) e capacidade de gestão de contratos complexos. Para as instituições, a parceria oferece o suporte necessário para navegar nas regras da CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica).
“A economia é, sem dúvida, o principal motor dessas migrações. No entanto, o valor agregado que oferecemos vai além da redução de custos. A previsibilidade orçamentária e a certificação da energia renovável por meio dos I-RECs são diferenciais competitivos que estão alinhados com a visão de futuro de gestores públicos cada vez mais conscientes de seu papel na eficiência energética e na responsabilidade ambiental. Vencer esses leilões em um ambiente tão competitivo é uma prova do nosso compromisso em democratizar o acesso ao Mercado Livre de Energia e em oferecer soluções que atendam às necessidades do setor público”, ressalta Alexandre Gomes, diretor comercial da Matrix Energia.
O avanço de projetos como os da Fiocruz e da Prodam sinaliza que o mercado livre de energia consolidou-se como o modelo preferencial para órgãos que buscam modernizar a gestão de infraestrutura, combinando alívio fiscal com responsabilidade socioambiental.
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