Encontros com lideranças comunitárias da Bacia Leiteira, em Porto Velho
– RO, detalham o estudo e ampliam o cadastramento de domicílios e entrevistas
sociodemográficas para mapear a transmissão da malária.
Maisa Araújo, coordenadora do projeto (Fiocruz Rondônia), reforça a
importância da comunidade em todas as fases da pesquisa
A equipe do Projeto Pró-Amazônia Malária, coordenado pela Fiocruz
Rondônia, participou de agendas com associações de moradores da Bacia Leiteira
para apresentar objetivos, tirar dúvidas e, sobretudo, acelerar a primeira fase
do estudo: o cadastramento de todas as casas e a realização de entrevistas
sociodemográficas. Esses dados permitirão identificar onde a transmissão da
malária ocorre com maior intensidade e produzir mapas de distribuição de casos
em toda a área da Bacia Leiteira, orientando intervenções mais efetivas nas
fases seguintes.
Encontros
com as comunidades
Os encontros aconteceram nos dias 8 e 30 de novembro, na Associação São Francisco dos Chacareiros (ASFRACHAC), no ramal do Fortuna, e na Associação dos Produtores Rurais da Bacia Leiteira (ASPRERBAL), no ramal Piquiás – comunidade Três Piquiás. No primeiro encontro, a equipe apresentou o desenho do estudo, cronograma e benefícios para a região, com espaço para perguntas e alinhamento de procedimentos de campo. Já no segundo, a reunião tratou da importância de ampliar a adesão dos domicílios ainda não cadastrados e de garantir a participação nas entrevistas, etapa essencial para a qualidade dos indicadores que subsidiarão as próximas fases.
A primeira fase é decisiva. Cadastramos 100% das casas e concluirmos as entrevistas é o que nos permite mapear com precisão a distribuição da malária na Bacia Leiteira. Com essa base, conseguimos direcionar as ações de controle de forma mais eficiente e justa.
afirma a pesquisadora em Saúde Pública, Maisa Araújo, coordenadora do estudo em Rondônia (Fiocruz RO).
Produtores rurais esclareceram dúvidas com os pesquisadores; cadastramento de todos os domicílios é fundamental para os objetivos do estudo
Como os dados serão usados
Os questionários domiciliares e informações sociodemográficas serão integrados aos registros de saúde e aos resultados da vigilância entomológica da Fase 3 (monitoramento de Anopheles, com ênfase em Anopheles darlingi). O conjunto permitirá: construir mapas temáticos de ocorrência/transmissão; identificar horários e contextos de maior risco; apoiar a priorização de medidas como a distribuição de mosquiteiros impregnados com inseticida de longa duração (MILDs), uso de teste diagnóstico rápido (TDRs) nas fases seguintes, além de acompanhar a adesão comunitária às estratégias de prevenção e tratamento.
Próximas etapas do projeto
Concluída a 1ª fase (censo domiciliar e entrevistas) e avançando a Fase 3 (vigilância entomológica com TAHP, repouso intradomiciliar por piretro e estimativa da EIR), a iniciativa seguirá para a Fase 4, que inclui ações educativas e implementação das intervenções com monitoramento vetorial antes, durante e depois.
Encontros com lideranças comunitárias e produtores rurais integram etapa decisiva do projeto.
Sábado, 6 de dezembro de 2025 | Porto Velho (RO)Source link
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