Nos últimos dias, um novo boato envolvendo vacinas voltou a viralizar nas redes sociais, causando medo e desconfiança na população.
Publicações com milhões de visualizações espalharam a informação falsa de que vacinas estariam contaminadas com urânio e adoecendo pessoas no estado do Rio de Janeiro.
O Ministério da Saúde, a Fiocruz e diversos especialistas já desmentiram a informação, reafirmando a segurança das vacinas aplicadas pelo SUS.
A seguir, entenda como surgiu a fake news sobre a vacina, o que é urânio, por que ele foi associado às vacinas, e o que dizem os especialistas.
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O que você vai ler neste artigo:
Resumo da notícia
- Aqui estão as informações mais relevantes sobre o boato de vacinas contaminadas com urânio no Rio de Janeiro:
- Um novo boato sobre a presença de urânio em vacinas voltou a circular nas redes sociais, causando medo e desconfiança na população do Rio de Janeiro.
- O Ministério da Saúde, a Fiocruz e especialistas desmentiram a informação, reafirmando a segurança das vacinas aplicadas pelo SUS.
- O urânio é um elemento químico de ocorrência natural, usado como combustível em reatores nucleares e em setores industriais e científicos, mas não é utilizado em vacinas.
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Fake news sobre vacinas com urânio volta a circular nas redes sociais
Nos primeiros dias de fevereiro, voltaram a circular nas redes sociais vídeos alarmistas que colocam em dúvida a segurança das vacinas aplicadas no Rio de Janeiro.
As postagens, sem comprovação, afirmam que determinados imunizantes estariam contaminados com urânio e causando doenças na população local.
De acordo com o relatório “Desinformação Antivacina na América Latina e no Caribe”, o Brasil é o país que mais compartilha fake news sobre vacinas na América Latina.
Aproximadamente 580 mil conteúdos relacionados a teorias conspiratórias e desinformação sobre imunizantes são consumidos diariamente por brasileiros.
Esse volume expressivo contribui para espalhar medo, reduzir a confiança nas campanhas de vacinação e comprometer a saúde coletiva.
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Fiocruz esclarece que urânio não é usado em vacinas
Em nota publicada na última quinta-feira (5), a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) reforçou que o acetato de uranila, substância mencionada nos boatos, é utilizado exclusivamente em ambientes laboratoriais.
O órgão afirma que urânio nunca é utilizado em vacinas ou em contato direto com a população, apenas para realizar análises científicas específicas.
Segundo a instituição, o uso desse composto segue normas internacionais de segurança e é comum em pesquisas de microscopia eletrônica.
A Fiocruz destacou que esse tipo de material é manuseado com todos os protocolos necessários para proteger a saúde humana e o meio ambiente, sendo adotado por laboratórios ao redor do mundo.
Além disso, a fundação disse que não existe qualquer evidência científica de que vacinas contenham urânio ou elementos radioativos.
Todos os imunizantes distribuídos no Brasil passam por processos rigorosos de aprovação, envolvendo órgãos reguladores como a Anvisa, a Organização Mundial da Saúde (OMS) e, em alguns casos, a FDA (agência sanitária dos Estados Unidos).
Os ingredientes utilizados são públicos, seguros e acompanhados de perto durante todas as fases de produção, garantindo que não haja riscos à população.
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O que é urânio e por que o nome gera medo quando ligado a vacinas?
O urânio é um elemento químico de ocorrência natural, conhecido principalmente por seu uso como combustível em reatores nucleares e, em menor escala, em setores industriais e científicos.
Quando isolado em determinadas formas e níveis de concentração, ele pode representar riscos à saúde, o que acaba contribuindo para o receio quando seu nome aparece ligado a temas como vacinas.
No entanto, não existe qualquer base científica para afirmar que esse material esteja presente em imunizantes.
Na verdade, a simples menção do termo “urânio” em conteúdos desinformativos explora justamente o medo coletivo relacionado à radioatividade, distorcendo seu uso real.
As vacinas seguem um processo rigoroso de testes e validações, tanto no Brasil quanto no exterior.
Órgãos como a Anvisa, a OMS e a FDA (agência reguladora dos EUA) avaliam criteriosamente a composição de cada dose, aprovando apenas produtos que demonstram segurança e eficácia.
Todos os ingredientes são monitorados, utilizados em quantidades seguras e divulgados publicamente.
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Especialistas reforçam que vacinas do SUS são seguras
Especialistas explicam que esse tipo de boato não surge por acaso, sendo que essas mensagens normalmente surgem da má interpretação de estudos científicos, divulgação sem verificação e falta de conhecimento técnico.
Além disso, eles afirmam que o movimento antivacina contribui na propagação desse tipo de desinformação para desacreditar campanhas de imunização.
Nas redes sociais, conteúdos alarmistas se espalham rapidamente, já que exploram o medo das pessoas, especialmente quando o assunto envolve saúde e bem-estar.
Por isso, reforçar a confiança nas vacinas e combater a desinformação é uma responsabilidade coletiva.
As vacinas oferecidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) passam por um rigoroso processo de avaliação, fiscalização e controle de qualidade, desde a produção até a distribuição.
Antes de chegarem à população, são analisadas por agências reguladoras como a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e também pela OMS (Organização Mundial da Saúde).
Vacinas são fundamentais para prevenir doenças graves e foram responsáveis por erradicar enfermidades como a varíola e controlar epidemias de poliomielite, sarampo e COVID-19.
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