disparidades regionais marcam a jornada da paciente-radardasaude

Joabe Antonio de Oliveira

28/04/2026

O câncer tem se consolidado como um dos maiores desafios para a saúde pública. O tipo mais incidente entre as mulheres é o de mama, com estimativa de mais de 78 mil novos casos por ano no Brasil, segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca). A tendência é de crescimento desse volume em escala global nas próximas décadas, saindo de 2,3 milhões em 2023 para mais de 3 milhões anuais em 2050, com 1 milhão de mortes.

Os dados internacionais são de uma pesquisa publicada na The Lancet Oncology. O estudo abrange o período entre 1990 e 2023 e aponta que a incidência e a mortalidade por câncer de mama aumentaram nos países de baixa renda, enquanto se mantiveram estáveis ou apresentaram queda nas nações mais ricas. Para os pesquisadores, essa disparidade reflete diferenças no acesso ao rastreamento, ao diagnóstico precoce e aos tratamentos, ainda limitados em regiões com sistemas de saúde mais frágeis. Sem a adoção de medidas efetivas, o contraste entre esses cenários tende a se aprofundar. 

Nos últimos dois anos, o país vem estruturando uma Política Nacional de Câncer para padronizar diretrizes, mas ainda possui desafios para transformar as normativas em programas efetivos de prevenção e rastreamento, construir uma rede oncológica e definir linhas de cuidado – algo que, na prática, ainda é realidade em poucos hospitais. Para avançar, o olhar regionalizado surge como ponto de atenção: o caminho de cuidado de uma mulher com câncer de mama ainda depende do local em que ela vive. “O câncer de mama está avançando mais rápido do que a nossa capacidade de prevenir, diagnosticar cedo e cuidar com equidade. No Brasil, onde o CEP ainda define o acesso ao exame, ao tratamento e à chance de cura, isso é especialmente doloroso”, avalia Luciana Holtz, fundadora e presidente do Instituto Oncoguia.

Enquanto existem redes mais organizadas, que conectam o diagnóstico ao tratamento, outras possuem lacunas que impactam diretamente as chances de sobrevida do câncer de mama. Dependendo da região, o tempo entre a suspeita e o começo do tratamento pode variar de semanas a meses, ou até anos. 

Em Fortaleza, por exemplo, cerca de 42 mil mulheres aguardavam na fila por uma mamografia em 2025, exame que marca o início da investigação do câncer de mama. Em alguns casos, a espera chegou a ultrapassar quatro anos. Sem o exame, não há biópsia, nem diagnóstico e tratamento. Já no Rio Grande do Sul, o gargalo aparece após o diagnóstico. Pacientes podem esperar até três anos para realizar uma cirurgia, como apontou levantamento da RBS Notícias. No mesmo estado, o tempo médio de espera varia significativamente entre regiões: em Frederico Westphalen, no norte do estado, chega a 1.135 dias; na região metropolitana, a 891 dias; e em Santo Ângelo, no noroeste, a 452 dias.

Na prática, isso significa que, em partes do país, a jornada pode ser interrompida tanto na primeira etapa quanto no tempo de acesso ao tratamento, que depende da organização local da rede. “Cada região, e até cada microrregião, tem seus próprios gargalos, que vão do diagnóstico ao tratamento e ao acompanhamento”, diz Gustavo Nader Marta, médico titular do Departamento de Radioterapia do Hospital Sírio-Libanês, ex-presidente da Sociedade Brasileira de Radioterapia (SBRT). 

Estudos evidenciam entraves na jornada e diferenças regionais

Um estudo conduzido por Marta revelou os impactos da navegação nos sistemas púbico e privado na sobrevida dos pacientes. Segundo a análise de dados de mais de 65 mil mulheres diagnosticadas entre 2000 e 2020 no estado de São Paulo, pacientes atendidas pelo SUS chegam com maior frequência aos hospitais em estágios mais avançados da doença e apresentam menor sobrevida em comparação às tratadas na rede privada. “O serviço público enfrenta maiores desafios, e é importante lembrar que mais de 75% dos atendimentos de oncologia são feitos por ele”, afirma. Para ele, a análise traz um alerta de saúde pública: é preciso implementar ações estruturadas para reduzir essas desigualdades. “Não é uma novidade, mas o estudo evidencia o que acontece na prática”, diz. 

Daniel Buttros, professor da Faculdade de Medicina de Botucatu da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e um dos pesquisadores que contribuíram com o estudo, explica que o câncer de mama reúne diferentes subtipos, que variam de formas mais agressivas a tumores de evolução mais lenta. Nesse contexto, o estágio em que a doença é diagnosticada tem influência na estratégia terapêutica. 

“Na maioria dos casos, tumores pequenos são tratados com abordagens locais e regionais como cirurgia, radioterapia e medicamentos aos quais há acesso tanto no sistema púbico quanto privado. Mas, em tumores avançados ou subtipos agressivos, surgem disparidades: nem todos os tratamentos disponíveis na medicina privada estão acessíveis pelo SUS”, pontua Buttros, que também é presidente da Comissão de Comunicação da Sociedade Brasileira de Mastologia.  

No câncer de mama triplo negativo, essa diferença é ainda mais evidente pela ausência, até então, de imunoterapia no sistema público. Já no cenário HER2 positivo, a variedade de medicamentos disponíveis também difere significativamente. “De forma geral, as pacientes do sistema privado apresentam mais benefícios de sobrevida”, conclui. 

O ex-presidente da Sociedade Brasileira de Radioterapia (SBRT) ressalta que o estudo reflete a realidade do estado de São Paulo. “Mesmo em um estado bem estruturado, o mais rico do país, observamos essa situação. O que podemos projetar para regiões com menos estrutura e mais gargalos?”, questiona. A hipótese é que, em estados com menor capacidade, as desigualdades no tratamento do câncer de mama podem ser ainda mais acentuadas. 

As diferenças regionais aparecem nas estimativas de incidência. De acordo com o Inca, o Sudeste concentra 40.560 novos casos, seguido pelo Nordeste, com 17.130, e pelo Sul, com 12.550. No Centro-Oeste, são estimados 5.420 casos, enquanto o Norte registra 2.950. Diversos fatores podem explicar essa distribuição desigual, além do tamanho e envelhecimento da população. Um deles sugere que, em regiões mais desenvolvidas, são realizados mais diagnósticos, enquanto outras convivem com subnotificação.  

“Não conseguimos ter um rastreamento ordenado. Ele ainda acontece por oportunidade”, afirma Fabiana Makdissi, líder do Centro de Referência de Tumores da Mama do A.C.Camargo Cancer Center. Parte disso ocorre por causa da estrutura. 

Levantamentos recentes apontam que a distribuição de mamógrafos no país é desigual. Embora o Brasil tenha mais de seis mil aparelhos, quase metade deles está concentrada no Sudeste, enquanto o Norte conta com uma oferta significativamente menor de equipamentos. No SUS, segundo o Ministério da Saúde, são aproximadamente 3 mil mamógrafos, o que a pasta considera “suficientes para a realização dos exames em todas as regiões”. Esse número foi ampliado a partir do investimento de R$6,85 milhões para a aquisição dos equipamentos nos últimos dois anos, explicam. 

A navegação do paciente 

Os gargalos regionais do cuidado oncológico podem ser endereçados a partir de uma linha de cuidado integrada. É o que faz, por exemplo, Santa Catarina, que conecta a atenção primária ao encaminhamento para centros de alta complexidade, com mais de 170 mamógrafos em operação. Em alguns casos, pacientes com suspeita de câncer já são encaminhadas para serviços especializados antes mesmo da confirmação por biópsia, numa tentativa de reduzir o tempo até o tratamento. 

“O programa de navegação define o caminho que a paciente precisa percorrer dentro do sistema, com o objetivo de acelerar o diagnóstico, garantir início rápido do tratamento e aumentar as chances de cura”, esclarece Luiz Ayrton Santos Júnior, presidente da Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama (Femama).  

Segundo ele, esse processo exige coordenação entre os diferentes serviços de saúde. Esse é justamente um dos objetivos da Política do Câncer, em processo de implementação. 

Alguns centros já contam com programas de navegação e estruturação de uma linha de cuidado em oncologia. É o caso do Hospital da Mulher, que adota um protocolo de alta suspeição para câncer de mama e atua integrada à rede de oncologia do A.C.Camargo Cancer Center. Isso regionaliza as referências de atendimento e faz com que mais de 95% dos casos atendidos no hospital sejam da região metropolitana de São Paulo, facilitando a articulação do cuidado. 

A atuação começa no diagnóstico inicial, com a realização da mamografia. Em seguida, a paciente é encaminhada ao centro de alta resolutividade, onde um mastologista dispõe de todos os equipamentos para realizar biópsias e exames diagnósticos, o que acelera o processo. “Em, no máximo, 20 dias temos a confirmação diagnóstica. Mas sabemos que essa não é a realidade da maior parte do país”, diz Morris Pimenta e Souza, gerente do Hospital da Mulher. 

Na instituição, uma enfermeira conduz a navegação cirúrgica, e a ideia é ampliar o modelo ainda este ano para casos de neoadjuvância, tratamento oncológico realizado antes da cirurgia principal. A iniciativa já reduziu o tempo entre a primeira consulta e a cirurgia de mais de 100 dias para cerca de 55 dias, dentro do prazo estabelecido pela Lei dos 60 dias. 

Em sua avaliação, as maiores barreiras da oncologia hoje são estruturais, o que dificulta o acesso rápido a centros capazes de conduzir com agilidade as diferentes etapas do diagnóstico e do tratamento. Com isso, a jornada do paciente acaba se tornando fragmentada. 

Em outras regiões, a resposta tem sido reorganizar o acesso. Em estados do Nordeste, unidades móveis têm levado mamografia e exames complementares para municípios do interior. Em Pernambuco, a Carreta da Mulher Pernambucana já realizou 90 mil atendimentos, incluindo quase 48 mil mamografias, consultas, ultrassonografias e biópsias. Na Bahia, o modelo de unidades móveis prevê também o encaminhamento para investigação complementar e, em caso de diagnóstico positivo, o acesso ao tratamento em unidades de alta complexidade. Em dez anos, o programa já realizou mais de 3,3 milhões de mamografias no estado. 

No âmbito do programa Agora Tem Especialistas, “35 unidades móveis já passaram por 100 municípios e, em 15 deles, foi possível zerar a fila de mamografias”, informa o Ministério. Dados da pasta mostram que, em 2024, 66,3% dos casos de câncer de mama registrados iniciaram o tratamento em até 60 dias, enquanto em 2023, a taxa era de 55,9%. O governo planeja adquirir mais 80 aceleradores lineares, tomógrafos e ressonâncias magnéticas, com um investimento de quase R$1,8 bilhão. 

A fragmentação do sistema 

Um hiato histórico na organização da oncologia no país ainda repercute na estrutura do cuidado. Por muitos anos, a área careceu de uma instância institucional específica, o que atrasou a implementação de linhas de cuidado mais estruturadas. Especialistas ouvidos por Futuro da Saúde lembram que apenas em 2023 o Ministério da Saúde criou um departamento dedicado ao tema. “A política nacional do câncer vem em um ritmo mais lento do que o esperado, mas as ações não pararam. Temos visto um avanço constante de iniciativas. Porém, hoje a percepção é que, apesar das decisões tomadas, o paciente ainda não sente o real benefício de tudo o que está previsto no papel”, afirma Holtz, do Oncoguia. 

Na avaliação de quem já esteve à frente da coordenação da política no Ministério da Saúde entre 2023 e 2024, os desafios passam pela capacidade de gestão do sistema. Nesse sentido, a fragmentação de dados pode ser um complicador. “São diversos os sistemas de informação e, para o gestor, é muito difícil ter um cenário real do que está acontecendo”, explica Fernando Maia. Na prática, isso limita a capacidade de monitorar indicadores, identificar gargalos regionais e avaliar se as políticas implementadas estão, de fato, reduzindo o tempo entre diagnóstico e tratamento. 

Ele destaca que, embora haja avanços recentes e maior priorização da oncologia na agenda federal, ainda há um descompasso entre o que é proposto no campo normativo e o que, de fato, se materializa na ponta do sistema. Um exemplo é o acesso a terapias inovadoras. Lançado no final de 2024, o Protocolo Clínico de Diretrizes Terapêuticas (PCDT) do câncer de mama incluiu cinco novos tratamentos, como inibidores de ciclina e trastumuzabe enstansina, voltados a casos avançados ou metastáticos, prometendo ampliar a sobrevida dos pacientes. Em novembro, uma portaria definiu o financiamento para esses medicamentos. 

Contudo, mesmo após a publicação, muitas instituições ainda não conseguiram adquiri-los. “A grande questão é que isso ainda não foi incorporado na prática. Muitos serviços no Brasil ainda não têm acesso a essas drogas”, comenta Daniel Buttros. Em contrapartida, o Ministério da Saúde lembra que o medicamento trastuzumabe entansina, terapia-alvo conjugada para câncer de mama HER2-positivo, está sendo ofertado por meio de compra centralizada. 

Na avaliação de Souza, do Hospital da Mulher, “a disponibilização desses medicamentos no SUS, de certa forma, corrige uma diferença entre o tratamento privado e o público”. No entanto, ele ressalta que, para além da incorporação de tecnologias, a gestão do cuidado é fundamental. 

Aguarda-se também a publicação de diversas portarias da Política de Câncer, entre elas, a listagem de serviços habilitados, a definição de medicamentos de alto impacto orçamentários e regras de financiamento, aquisição e distribuição de medicamentos da Componente da Assistência Farmacêutica em Oncologia (AF-Onco). Conforme anunciou o Ministério, isso deve ocorrer em maio. 

No dia 7 de abril, o governo sancionou uma lei que inclui a imunoterapia nos protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas do SUS. Conforme o ministério, a Lei nº 15.379/2026 prevê a inclusão da técnica nos protocolos do SUS quando houver comprovação de maior eficácia ou segurança. O acesso ocorre por meio da rede pública, com encaminhamento a hospitais habilitados em oncologia (CACON ou UNACON) e autorização via APAC.

Acesso envolve outras frentes  

A discussão sobre acesso ao tratamento de câncer envolve também aspectos financeiros relacionados à incorporação de novas terapias. Isso porque os gastos globais com medicamentos oncológicos têm aumentado de forma acelerada nos últimos anos, o que torna a priorização de tecnologias uma etapa cada vez mais estratégica. Nesse sentido, a Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC) apoia o governo na criação de um índice de priorização de medicamentos. A proposta é orientar a incorporação de terapias no sistema público, indicando quais demandam adoção mais urgente. 

Segundo Clarissa Baldotto, presidente da SBOC, parte do trabalho foca na reformulação do financiamento e do modelo de compra de medicamentos, para ampliar acesso às novas tecnologias previstas nos PCDTs. Diferentes modelos ainda estão em avaliação. “Queremos detalhar melhor o processo para garantir o uso correto da medicação e fornecer números mais precisos para que a gestão pública possa calcular o custo”, explica. 

Uma das propostas é implementar uma checagem prévia das indicações de medicamentos, como já ocorre em parte da rede privada. Hoje, há uma diferença significativa entre as doses planejadas e as efetivamente utilizadas. Com maior controle, seria possível coordenar melhor a compra e tornar os gastos mais previsíveis. Além disso, a pesquisa clínica pode ser uma porta de acesso a tratamentos inovadores cuja incorporação ainda demora.  

Modelos internacionais de centros de excelência nos Estados Unidos e Europa têm servido de referência para a organização do cuidado oncológico no país. “Eles são inspiradores, mas precisam ser traduzidos para a realidade brasileira, marcada por desigualdade e desafios de acesso”, argumenta Fabiana Makdissi, do A.C.Camargo. Uma das frentes tecnológicas consiste no uso de testes genéticos para avançar na caracterização mais detalhada de tumores, o que conduz a decisões terapêuticas mais individualizadas. Esse tipo de tecnologia pode até mesmo identificar a predisposição hereditária para o desenvolvimento de câncer de mama. 

Exames que investigam mutações em genes como BRCA1 e BRCA2, por exemplo, já são utilizados na rede privada e em centros especializados. No dia 10 de abril, a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) aprovou testes genéticos no sistema público. “O teste genético representa excelência no controle da doença. Se o Brasil colocar na balança custos e benefícios, vai perceber que se trata de uma ferramenta extremamente útil”, avalia Luiz Ayrton Santos Júnior, presidente da Femama. 

Tecnologia e coordenação do cuidado

Outra tecnologia que começa a ser testada na análise de exames de imagem é a inteligência artificial. Um estudo conduzido na Santa Casa de Porto Alegre e publicado no Brazilian Journal of Oncology analisou mil mamografias com apoio do algoritmo Mirai, desenvolvido pelo Massachusetts Institute of Technology. A ferramenta conseguiu prever o risco de câncer de mama com boa precisão.

A navegação oncológica em centros de referência também pode contar com a tecnologia para melhorar a qualidade do atendimento, o que já vem sendo aplicado em alguns centros. “Apoiada por ferramentas digitais, a gestão do cuidado tem potencial gigantesco para organizar a jornada do paciente dentro do sistema”, afirma Morris Pimenta e Souza, gerente do Hospital da Mulher.

No cenário mais amplo do país, há necessidade de um fortalecimento da orquestração da rede, avaliam os especialistas. O desafio passa por garantir que os instrumentos já criados, como portarias, programas e novos modelos de financiamento, se traduzam em mudanças estruturais. “Falamos muito de tratamento e de incorporação de tecnologias, mas também é preciso discutir políticas de prevenção. Isso pode reduzir significativamente o impacto de custos no futuro”, avalia Clarissa Baldotto, da SBOC.

Nesse sentido, o governo avançou na revisão das diretrizes de rastreamento e recomendação de início da mamografia a partir dos 40 anos. A medida foi considerada estratégica para ampliar o diagnóstico precoce do câncer de mama. Segundo o Ministério da Saúde, em 2025, foram realizados 3 milhões de exames pelo país. 

Os especialistas entendem que o sucesso dessa e de outras estratégias depende de diversos fatores, entre eles, a conscientização das mulheres da faixa etária indicada. Assim, mais do que contar com a incorporação de novas tecnologias, o enfrentamento do câncer de mama exige medidas estruturais. “A tecnologia é parte da solução, mas ela não resolve sozinha. A paciente precisa conseguir chegar até o exame, e isso passa por educação da população, capacitação de profissionais e acesso ao básico bem-feito”, conclui Fabiana Makdissi, do A.C.Camargo. 

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