Excesso de gases: 11 principais causas (e o que fazer)-radardasaude

Joabe Antonio de Oliveira

10/05/2026

O excesso de gases na maioria das vezes é normal e acontece devido à fermentação dos alimentos pelas bactérias intestinais durante o processo de digestão, não cheirando mal e nem sendo indicativo de problemas de saúde.

No entanto, a formação de gases pode acontecer como consequência do uso de antibióticos ou consumo de alimentos de digestão mais lenta. Isso acontece porque há aumento da fermentação dos alimentos pelos microrganismos, o que provoca uma maior produção e acúmulo de gases a nível intestinal e estomacal.

Leia também: Dor de gases: como é, onde dói (e como aliviar)

radardasaude.com/dor-de-gases

Os gases podem ter mau cheiro e causar sintomas como inchaço abdominal, mal estar geral, arrotos frequentes e dor abdominal em forma de pontada.


Imagem ilustrativa número 1

As principais causas do excesso de gases são:

1. Engolir ar durante as refeições

Quando se come muito rápido, devido ao estresse ou a ansiedade, por exemplo, pode haver a entrada de ar no organismo, o que provoca a formação de gases, sendo chamada esta condição de meteorismo intestinal, o que pode ser bastante desconfortável e causar inchaço e dor abdominal. Veja como identificar o meteorismo intestinal.

O que fazer: Nesse caso, é importante comer mais devagar para evitar que o ar volte a entrar no organismo durante a alimentação e, assim, os sintomas apareçam novamente. Além disso, é possível aliviar os sintomas através do uso de alguns medicamentos como luftal e dimeticona, por exemplo.

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2. Comer alimentos de difícil digestão

Alguns alimentos, principalmente carboidratos, proteínas e gorduras, possuem digestão um pouco mais lenta e aumentam a fermentação no intestino, aumentando a quantidade de gases formados. Os principais alimentos responsáveis pelo excesso de gases intestinais são:

  • Repolho, brócolis, couve-flor, milho, leite;
  • Grão de bico, ervilhas, lentilha, batata;
  • Feijão, batata doce, iogurte, ovos, farelo de trigo;
  • Bebidas com gás, cerveja, cebola, aspargos.

A combinação de alimentos ricos em fibras com alimentos que possuem muita gordura também favorecem a formação de gases. No entanto, um alimento que pode causar gases em uma pessoa pode não causar em outra, e portanto, é importante estar atento ao alimento que levou ao aumento dos gases. 

O que fazer: É importante evitar o alimento responsável pelo aumento dos gases, além de ter uma alimentação leve e de fácil digestão, pois assim é possível promover o equilíbrio da microbiota gastrointestinal e aliviar os sintomas do excesso de gases. Saiba como a dieta pode diminuir a produção de gases.

3. Tomar antiácidos ou antibióticos

O uso de antiácidos e de antibióticos podem alterar a flora intestinal e, assim, o processo de fermentação dos microrganismos, o que poderia aumentar a produção de gases intestinais.

O que fazer: Nesse caso, é importante consultar o médico para saber se é possível fazer a troca do medicamento ou interromper o seu uso caso os gases estejam causando muito desconforto, além de ser feita uma avaliação da possibilidade do uso de remédios para aliviar o desconforto causado pelos gases.

4. Não praticar atividades físicas

A falta de atividades físicas faz com que o processo de digestão se torne mais lento, aumentando a fermentação dos alimentos. Além disso, pessoas sedentárias tendem a ter prisão de ventre, o que também favorece a formação de gases intestinais devido à permanência das fezes no intestino por mais tempo.

O que fazer: É recomendado iniciar a prática de atividades físicas de forma regular, pois assim é possível melhorar o funcionamento do intestino e diminuir os gases. Assim, para iniciar a prática de atividade física, pode ser interessante fazer uma caminhada de 20 minutos todos os dias e, à medida que a atividade física vai sendo mais frequente, a caminhada pode ser feita por mais tempo ou pode ser iniciada a prática de corrida, por exemplo. Confira algumas dicas para sair do sedentarismo.

5.  Prisão de ventre

A prisão de ventre também pode causar aumento dos gases intestinais, pois como as fezes permanecem mais tempo no intestino, favorecem o aumento da fermentação e dificultam a saída dos gases, causando dor e desconforto abdominal.

O que fazer: É importante investir em hábitos que ajudem a combater a prisão de ventre como alimentação saudável e rica em fibras, ingestão de bastante água durante o dia e prática de atividade física de forma regular. Dessa forma, é possível melhorar o funcionamento do intestino e, assim, diminuir os gases.

6. Bebidas com gás

As bebidas com gás também podem aumentar a produção de gases, isso porque facilitam a deglutição de mais ar.

O que fazer: Nesse caso, o melhor a e fazer é eliminar o consumo de bebidas com gás, pois assim é possível melhorar a necessidade de arrotar e de eliminar gases.

Assista ao vídeo a seguir para saber mais sobre as causas e confira outras dicas para se livrar do excesso de gases:

Como Eliminar Gases Rápido: Alimentos, Chás, Exercícios e Mitos!


11:44 | 10.150 visualizações

7. Gravidez

A formação de gases aumenta durante a gravidez devido à digestão mais lenta por consequência das variações hormonais, como o aumento da progesterona.

Além disso, o crescimento do útero pode comprimir os órgãos digestivos, dificultando o trânsito intestinal. Outros fatores, como variações na alimentação e diminuição da prática de atividade física, também podem contribuir para o acúmulo de gases nesse período.

Leia também: Gases na gravidez: sintomas, causas e como aliviar

radardasaude.com/gases-na-gravidez

O que fazer: Para evitar o excesso de gases durante a gestação, é importante evitar os alimentos que causam os gases, beber bastante água e praticar alguma atividade física.

8. Disbiose intestinal

A disbiose é um desequilíbrio da microbiota intestinal, o que pode ser consequência de doenças crônicas, inflamações e uso prolongado de antimicrobianos, por exemplo. 

Esse desequilíbrio pode provocar sintomas como gases em excesso, arrotos, inchaço abdominal e diarreia. Conheça outros sintomas de disbiose intestinal.

O que fazer: Na maioria dos casos, é indicado que seja feita uma mudança dos hábitos alimentares, sendo recomendado diminuir o consumo de açúcares simples e gorduras saturadas, assim como a ingestão de produtos processados. Além disso, deve-se aumentar o consumo de frutas e verduras frescas.

Em alguns casos, o médico pode indicar o uso de suplementos probióticos e, dependendo da gravidade, a realização de transplante fecal.

Leia também: Probióticos: o que são, benefícios (e como tomar)

radardasaude.com/o-que-sao-os-probioticos

9. Intolerância ao glúten

A intolerância ao glúten, principalmente nos casos de doença celíaca ou sensibilidade ao glúten não celíaca, pode causar excesso de gases. Isso acontece porque o glúten pode provocar inflamação, desequilíbrio na flora bacteriana e alterações no trânsito intestinal.

Leia também: Glúten: o que é, alimentos que contêm e outras dúvidas

radardasaude.com/gluten

O que fazer: Para eliminar o excesso de gases, é necessário realizar mudanças nos hábitos alimentares. Em alguns casos pode ser recomendado evitar alimentos com glúten, como trigo, centeio, malte e cevada. No entanto, é fundamental primeiro consultar o médico para confirmar o diagnóstico e, se necessário, consultar o nutricionista para que seja feita um plano alimentar adaptado às necessidades individuais.

10. Intolerância à lactose

A intolerância à lactose pode provocar o excesso de gases. Isso acontece quando o organismo não produz quantidade suficiente de lactase, a enzima responsável por decompor a lactose, que é o açúcar presente no leite e derivados.

Além dos gases, podem ser notados outros sintomas como diarreia, inchaço abdominal e indigestão. Saiba reconhecer os sintomas de intolerância à lactose.

O que fazer: É importante evitar o consumo de alimentos com lactose, como leite de vaca, queijos, nata e iogurtes, por exemplo. É possível optar por alternativas sem lactose, como as bebidas vegetais ou queijos curados, já que possuem menos lactose que os frescos.

Além disso, é importante ler o rótulo dos alimentos, porque muitos produtos industrializados contêm lactose em sua composição. Por isso, é importante consultar um nutricionista para que seja indicado um plano alimentar adaptado às necessidades individuais.

Leia também: Quantidade de lactose nos alimentos

radardasaude.com/saiba-qual-e-a-quantidade-de-lactose-nos-alimentos

11. Síndrome do Intestino Irritável

A síndrome do intestino irritável (SII) é uma condição que interfere no funcionamento do intestino e provoca sintomas digestivos como excesso de gases, inchaço, dor abdominal e alterações no trânsito intestinal, podendo haver diarreia, prisão de ventre ou ambos. Conheça mais sobre a síndrome do intestino irritável.

O que fazer: para reduzir o excesso de gases, é importante evitar os alimentos que provocam os sintomas, como aqueles ricos em FODMAPs.

Leia também: FODMAPs: o que são, alimentos (e como fazer a dieta)

radardasaude.com/dieta-fodmap-para-sindrome-do-intestino-irritavel

Também é indicado comer devagar, evitar bebidas com gás e manter uma alimentação equilibrada. A gestão do estresse através de técnicas de relaxamento, como a meditação ou a prática de atividade física, também pode ajudar a controlar os sintomas. Nos casos persistentes, é fundamental consultar o médico ou nutricionista para receber orientação e um tratamento mais adequado.

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