Alagoas está entre os estados brasileiros com crescimento de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave, segundo a nova edição do Boletim InfoGripe divulgada na quarta-feira, 29, pela Fundação Oswaldo Cruz. O levantamento também aponta Maceió entre as capitais em nível de alerta, risco ou alto risco para a doença nas últimas semanas.
De acordo com a Fiocruz, o avanço dos casos em Alagoas acompanha a sazonalidade nacional dos vírus respiratórios, com destaque para o Vírus Sincicial Respiratório, que afeta principalmente crianças pequenas, e para a Influenza A, frequentemente associada a quadros graves em idosos.
A atualização do boletim considera a Semana Epidemiológica 16, correspondente ao período de sábado, 19, a sexta-feira, 25. O documento aponta que a maioria dos estados brasileiros apresenta incidência de SRAG em nível de alerta, risco ou alto risco. As exceções são Rio de Janeiro, São Paulo e Rio Grande do Sul.
Crescimento entre crianças pequenas
O boletim também destaca preocupação com o aumento de casos de SRAG associados ao vírus sincicial respiratório, que atinge principalmente crianças de até dois anos. Esse crescimento foi observado em estados de todas as regiões do país, incluindo Alagoas, além de Bahia, Ceará, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Sergipe e São Paulo.
Além disso, 16 unidades federativas apresentam tendência de aumento de SRAG no longo prazo, entre elas Alagoas, Amazonas, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Santa Catarina.
Capitais em alerta
Entre as capitais brasileiras monitoradas, Maceió aparece entre as 13 cidades com nível de atividade de SRAG em alerta, risco ou alto risco. A capital alagoana está ao lado de Recife, João Pessoa, Natal, Brasília, Campo Grande, Vitória e Belém.
A pesquisadora Tatiana Portella, do Programa de Computação Científica da Fiocruz, reforçou que a vacinação continua sendo a principal forma de prevenção contra quadros graves das doenças respiratórias.
Segundo ela, a imunização é especialmente importante para grupos prioritários, como crianças, idosos, gestantes e pessoas com comorbidades.
Situação no Brasil
Em 2026, o país já registrou 46.344 casos de SRAG, com 1.960 mortes. Entre os vírus identificados nas últimas semanas estão influenza A, vírus sincicial respiratório, rinovírus e COVID-19.
O Boletim InfoGripe faz parte das estratégias do Sistema Único de Saúde para monitorar casos graves de doenças respiratórias e orientar ações de vigilância em saúde em todo o país.
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